-Um tico de Nada-
Um barco de papel e seus tri.pulantes.
Antes de ontem o hoje cabia num copo.
Moro em Minas até quando houver em mim poços de calda.
Ainda sacudo os lençois, mas já não saem dele
mariposas e cheiro de própolis.
Andei arando o céu para ver se da planta de meus pés
nascem passos de Joaquim.