Vens tu com teu cesto de grãos
se-me-adora,
perspassa minhas cercas de arlecrim
se ferindo nos nós de aço
e depondo pele e sangue
como num pacto de criança
e por não mais de um ai
doemo-nos de mãos dadas
rindo os momentos que não estivemos
amando no outro o nunca de si
ventas tu na pele de meu rio
e faz do saveiro algo mais além